05/06/2017 19h24 - Atualizado em 05/06/2017 19h24

Assessor de quadrilheiro que chamou i9 de "sitezinho" é investigado pela PF e por Janot

Fabiano Portilho
 
Juliano Salles Marzola, o Juliano Salles Marzola, o "VAKA" gastando nosso dinheiro em sua visita no Taj Mahal em Agra, na Índia

Assessor que chamou o site i9 de "sitezinho" em Grupo de WhatsApp é investigado pelo Procurador Geral da República, Rodrigo Janot. Juliano Salles Marzola, conhecido como "VAKA" ficou IRADO porque uma das matérias, das várias postadas no Grupo "Dia a Dia", trazia o seguinte titulo: Doleiro financiador do PT, Marun e de filho de Odilon é investigado pela POLICIA FEDERAL, pronto para acender o estompim e render uma GRANDE DISCUSSÃO no famigerado grupelho. Marzola é assessor do Deputado Federal Carlos Marun, defensor número: 1 de politicos envolvidos nos maiores CASOS DE CORRUPÇÃO da História do País, como; André Puccinelli, Eduardo Cunha e Michel Temer. ,

Só que existe um ditado, "os gambás se cheiram" e assim como seu "chefes" é investigado pela A PF (Polícia Federal) na operação "Face to Fake". A ação é para identificar diversos grupos que usaram perfis falsos (fakes) nas rede sociais para postarem mensagens ofensivas na eleição para governador. Realizada em 2014, a disputa eleitoral foi marcada por uma guerra de denúncias na internet.

Durante as investigações foram realizadas buscas e apreensões de materiais, documentos, equipamentos e dispositivos eletrônicos em face de diversas pessoas e uma delas seria Juliano Salles Marzola, o "VAKA". A origem das postagens ofensivas por meio dos perfis falsos foi rastreada, sendo constatado que o serviço de internet estaria instalados em nome de Juliano Salles Marzola e Carlos Domingos Santanna de Moraes, assessores DE CARLOS MARUN.

Com fundamento no relatório parcial às fls. 309/313, o órgão do Parquet atuante perante a 36ª Zona Eleitoral de Campo Grande/MS, entendeu ter havido envolvimento de Delcídio do Amaral e de Carlos Marun nos fatos, pelo que pugnou pelo desmembramento do feito, com remessa dos autos ao Supremo Tribunal Federal (fls. 349/350), o que foi deferido (fls. 352).

E termina assim, após o cumprimento dessa diligência, encaminhem-se os autos ao Departamento de Polícia Federal, conforme requerido pelo Procurador-Geral da República, para que se proceda à inquirição de Juliano Salles Marzola e do Deputado Federal Carlos Marun.

Intime-se pessoalmente o Deputado Federal Carlos Marun da presente decisão e para, querendo, acompanhar o presente inquérito, por intermédio de advogado constituído.

Ministro DIAS TOFFOLI Relator Documento assinado digitalmente

Doações

Em 2016, JULIANO SALLES MARZOLA doou R$3,000.00 para outra investigada, CARLA STEPHANINI pelo PMDB. Carla é investigada pelo GAECO num rumoroso caso investigado pela Operação Lama Asfáltica.

Já em 2014, Marzola doou para seu próprio chefe, Carlos Marun, a quantia de R$ 2,500,00 e o que chama atenção é que ele figura na mesma lista de doadores da INDUSPAN do doleiro do titulo da matéria motivo de toda celeuma no Grupo. Acompanhe:

Uma coisa chama a atenção de uma nova investigação feita pela Policia Federal no qual envolve a JBS no fator previdenciário, é que a irmã de Juliano Salles Marzola é Presidente do Conselho de Previdência Social da Gerência-Executiva de Mato Grosso do Sul, justamente a mesma Previdência do qual seu chefe, Carlos Marun é Presidente da Comissão da Reforma da Previdência na Câmara. Acompanhe:

Outra coisa estranha e que chama a atenção do MPE-MS é que Juliano Salles Marzola exercia o cargo de assessor no Gabinete do Deputado Estadual Rinaldo Modesto (PSDB) em 2013 e ao mesmo tempo era ASSESSOR DE IMPRENSA na Agência de Habitação de MS, Comandado pelo Deputado Federal Carlos Marun, na época.

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